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Barómetro ADT diz que videovigilância não preocupa portugueses PDF Imprimir Endereço de e-mail:
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10-03-2008 00:00:00

A ADT comunicou as conclusões da segunda edição do Barómetro ADT sobre segurança, protecção de dados e privacidade. Nesta área, 64% dos inquiridos considera sentir-se mais protegido na presença de um sistema de videovigilância. De acordo com as conclusões do Barómetro ADT, 71% das respostas indica que a segurança em Portugal piorou durante o ano de 2007, com parques de estacionamentos, discotecas, bares, transportes públicos e locais de acesso a transportes a serem considerados os lugares mais inseguros.

 

Quanto a factores que contribuem para um clima de segurança, o desemprego (com 22% das respostas), as novas formas de criminalidade, como o crime organizado e o terrorismo (18%) e o aumento geral da violência na sociedade (17%) são os factores mais considerados. A melhoria das condições socio-económicas, um aumento do número de efectivos nas forças de segurança e melhorias na educação poderão ser, para muitos portugueses, formas eficazes para melhorar a segurança no país. A videovigilância é vista por muitos portugueses como uma forma eficaz de dissuadir a criminalidade. 88% dos inquiridos no Barómetro não sente qualquer receio quando estão a ser filmados por um sistema de vídeovigilância, e 64% dos inquiridos sente-se mais seguro na presença de um sistema deste tipo. No entanto, 11,7% dos inquiridos afiram sentir receio quando está a ser filmado num espaço público. Estes receios prendem-se essencialmente com a eventual divulgação, manipulação, adulteração ou utilização abusiva das imagens gravadas. Existe também algum receio quanto à privacidade. Ter uma sólida garantia de que as imagens não são utilizadas para outra finalidade, ou que não existe a possibilidade de as imagens recolhidas serem manipuladas ou adulteradas. Curiosamente, 66,3% dos inquiridos desconhece se existe alguma organização em Portugal para proteger dados pessoais – no caso, a Comissão Nacional de Protecção de Dados (CNPD). Cerca de 74% dos inquiridos crê que ter um maior conhecimento sobre esta organização poderia contribuir para dissuadir alguns dos receios quanto à videovigilância.

 

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