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Gestores de TI preferem “verde” ao preço PDF Imprimir Endereço de e-mail:
Green computing
25-02-2008 00:00:00

Um estudo patrocinado pela Lenovo e pela AMD apurou que os gestores de TI na Europa estão dispostos a pagar mais por tecnologia verde. Perto de 82% dos gestores estariam dispostos a um preço adicional por produtos eficientes do ponto de vista energético.

Cerca de 60% dos inquiridos no estudo afirmou utilizar computadores que não são eficientes no consumo energético, ou com classificação EPEAT (disponível apenas desde Junho de 2006). A EPEAT é um sistema desenhado para ajudar os utilizadores a avaliarem, compararem e seleccionarem computadores de secretária, portáteis e monitores com base em critérios ecológicos. E muitos dos computadores adquiridos há três anos ou mais estão a chegar ao fim do seu ciclo de actualizações, segundo a Lenovo.
De acordo com o estudo, o mais importante factor a influenciar as decisões de compra é a funcionalidade, quando comparados critérios como funcionalidade, preço, eficiência energética e marca. No Reino Unido, 53% dos inquiridos compra de acordo com a funcionalidade, atribuindo pouca importância à marca ou ao design. No entanto, 31% das respostas indica que a decisão de compra poderia facilmente passar por um melhor preço. Já os gestores de TI franceses são mais leais às marcas e têm o design em mais elevada consideração, mas 34% concordou que a funcionalidade era o factor mais importante na decisão de compra. Em segundo lugar surgiu o factor preço, com 32% das respostas. Também na Alemanha, a funcionalidade surge como o factor com maior influência na decisão de compra, com 54% das respostas. Também aqui o preço é o segundo ponto mais importante, considerado por 24% dos inquiridos.
A Lenovo está a tentar provar que computadores com baixo consumo não são necessariamente mais caros, e apresenta o seu ThinkCentre A61e como prova disso. No entanto, alguns factos, como a memória e a ausência de monitor sugerem que as afirmações da Lenovo podem ser infundadas.
O estudo baseou-se numa sondagem a mais de 600 CIO, CTO e gestores de TI em médias empresas do Reino Unido, da França e da Alemanha durante o mês de Janeiro deste ano.
 

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