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As soluções de pontos de venda da indústria do retalho foram as mais vendidas pela Sage Portugal no ano de 2007, de acordo com o director-geral, Jorge Carneiro. O segmento de pontos de venda do retalho é o principal responsável pelo crescimento vertical da Sage Portugal.
A Sage Construções foi a divisão da empresa que menos cresceu, de acordo com o director-geral, Jorge Carneiro. As ofertas destinadas a PME foram as mais vendidas no ano fiscal de 2007. “Temos no momento 56 mil clientes dos serviços e produtos concebidos para PME”, disse Jorge Carneiro. Este valor representa cerca de 70% do total de 80 mil clientes da empresa em Portugal. As ofertas dirigidas às pequenas empresas conseguiram conquistar até agora cerca de 27 mil clientes. A fracção de clientes menos significativa do fabricante corresponde às grandes empresas. Jorge Carneiro, director-geral da Sage Portugal considera que o elemento diferenciador da Sage é o seu enfoque em soluções locais, atendendo às necessidades dos mercados nos diferentes países onde estão presentes. “Os nossos principais concorrentes centram-se na oferta de produtos globais, esse é o caso da SAP e da Oracle. O nosso elemento diferenciador é a oferta local, daí cada empresa local ter bastante autonomia”, disse Jorge Carneiro. Sage Portugal mantém estratégia de aquisições para 2008 “Pretendemos continuar a crescer através de aquisições estratégicas”, disse Jorge Carneiro. Apesar de cerca de cerca de 40 colaboradores dos actuais 130 da empresa em Portugal se dedicarem à investigação e desenvolvimento, o director-geral da Sage Portugal considera que a aposta em soluções testadas é geralmente mais viável. “O processo de desenvolvimento de novas soluções tem um período de teste no mercado que para nós nem sempre é recomendado. As aquisições são uma alternativa para oferecer novidade e diversidade”, afirmou. No início do próximo ano serão lançadas as novas versões de todas as linhas de produto da empresa, que integram dezenas de novas funcionalidades. A integração de produtos fará também parte da estratégia da empresa: o Sage Gespos será integrado no backoffice Sage Next, e a empresa pretende ainda integrar o Sage Construção na gestão comercial e contabilística do Sage Next, de acordo com o seu director-geral. “O processo de consolidação das aquisições está bem encaminhado, no entanto tencionamos reforçar a marca Sage na comunicação e divulgação de produtos das empresas já adquiridas”, adiantou. A Sage Portugal faz parte do Grupo Sage, que cresceu 30%, apresentando um volume de negócios global de cerca de 1713,2 milhões de euros o fim do ano fiscal de 2007. Tendo adquirido neste ano cinco novas empresas: o Protx Group, Pró-Concept SA, Snowdrop Systems e a Creative Software, o grupo obteve uma taxa de crescimento por aquisições de 26%. O crescimento orgânico ficou pelos 7%. A base de clientes aumentou para os 5,5 milhões, de acordo com os dados da empresa. “Desenvolvimentos tecnológicos, a procura por soluções personalizadas, a crescente utilização de produtos com valor acrescentado são uma importante fonte de crescimento”, disse Paul Walker, CEO do Grupo Sage. |