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Após ser apontado como o segundo país onde se violam os direitos de direitos de autor, a Rússia prometeu intensificar o combate à pirataria, com o intuito de aumentar o investimento, de acordo com ministro de TI russo, numa declaração na Cebit.
O ministro de tecnologia da Rússia, Leonid Reiman, anunciou que o seu país vai intensificar os esforços para combater as violações dos direitos autorais, como parte da estratégia para aumentar o investimento estrangeiro em tecnologia, e poder, assim, ser admitido na Organização Mundial do Comércio.
No último mês, a Aliança Internacional da Propriedade Intelectual nomeou a Rússia como um dos países com maiores níveis de violação de direitos autorais, de música e software, ficando apenas atrás da China. Durante a Cebit, em Hanôver, Alemanha, Leonid Reiman, o ministro russo de tecnologia e comunicações, admitiu a existência do problema, afirmando que o seu país está a aumentar os esforços para terminar com a pirataria. “Parte da estratégia envolve reformas legais”, acrescentou.
O Presidente Vladimir Putin aprovou, em Dezembro, uma parte do código civil que junta leis relacionadas com a propriedade intelectual, tendo por objectivo torná-las mais simples de serem enquadradas. “A segunda parte tem a ver com a acção policial, a qual será estruturada durante este ano”, salientou o ministro russo.
Em Janeiro, a Rússia concordou em trabalhar com os Estados Unidos para ajudá-los a encerrar a loja de música online, AllpFMP3, acusada de pirataria. Contudo, o site ainda estava em funcionamento esta semana, vendendo álbuns de artistas, por cerca de 1,50 euros, acrescentou Reiman. A Rússia encerrou, contudo, algumas fábricas que fabricam CD virgens, para a prática de pirataria. As exportações do ministério de tecnologia e comunicação da Rússia estão a crescer rapidamente, segundo o ministro russo. O país espera que estas exportações de tecnologia reduzam a dependência face ao fornecimento de gás e carvão.
Em conclusão, Reiman revelou que a Rússia irá disponibilizar licenças para serviços móveis de terceira geração, ainda este ano.
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