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Segundo uma estudo realizado pela Korn/Ferry Internacional, em que entrevistou cerca de 1400 empresários, mais de 60% acredita que os indivíduos que trabalham a partir de casa, ou de outro local sem ser a empresa, são mais facilmente prejudicados nos processos de promoção: os empresários preferem a presença dos funcionários no local de trabalho.
Em sentido contrário, 48% dos entrevistados responderam que considerariam a hipótese de ter um emprego que possibilitasse o trabalho à distância. E 78% afirmou que os funcionários a trabalharem a partir de casa são mais produtivos do que aqueles diariamente presentes na empresa. O estudo tem sofrido alterações ao longo dos anos, pois desde 1990 o número de indivíduos a trabalhar a partir de casa aumentou de quatro milhões, para mais de 45 milhões, de acordo com a Telework Coalition. Até mesmo o presidente dos Estados Unidos, George W. Bush, e outros administradores mudaram de estratégia e hoje consideram que trabalhar a partir de casa é vital no sucesso dos negócios.
Empresas como a IBM, por exemplo, fizeram um grande esforço para criar ambientes flexíveis de trabalho e de empregos à distância. Consideram ser um sucesso, já que 40% dos 330 mil funcionários começaram a trabalhar desde casa, em viagem e até mesmo nas empresas dos clientes.
Muitos empresários, contudo, não adoptam o trabalho a partir de casa pois têm receio do isolamento. A pesquisa da National Technology Readiness, de 2005/2006 revela que, em Junho, 25% dos 1.015 entrevistados já tinham políticas de apoio onde permitiam o trabalho a partir de casa.
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