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Desde 2001 que Portugal não estava tão bem posicionado - na 27.ª posição - a nível mundial, quanto ao seu índice de prontidão para a Economia em rede.
O estudo realizado pelo Fórum Económico Mundial e o INSEAD anualmente atribui a Portugal um índice de 0,56 pontos, considerando o grau de evolução da sua Economia em Rede.
Este valor coloca o país em 27ª posição, a melhor posição que havia alcançado em 2001, ainda quando a avaliação era feita seguindo os critérios do Center for International Development (CID) da Universidade de Harvard. Em 2002, o CID foi trocado pelo INSEAD, com alterações na forma de avaliação.
Portanto, considerando os actuais critérios de avaliação, mais completos, Portugal nunca alcançou uma posição tão alta, tendo subido desde a 30ª posição, obtida em 2004, com um índice de 0,39. O estudo, que chega a sua quinta edição, comparou o impacto da tecnologia da informação e das comunicações no processo de desenvolvimento e de competitividade de 115 países, o maior número de sempre.
Os Estados Unidos que estavam na quinta posição no ranking de 2004, assumiram o primeiro lugar pela terceira vez desde que a pesquisa começou a ser feita. Singapura, Dinamarca, Islândia e Finlândia completam a lista dos cinco primeiros. O melhor que Portugal conseguiu fazer de 2003 a 2004, no ranking mundial da Economia em Rede foi parar a queda iniciada em 2001, quando baixou da 27ª para o 31ª posição em 2002, num universo de 82 países.
Em 2003 manteve a mesma posição, em 102 países, e em 2004 recuperou uma posição, passando a ocupar a 30ª posição no denominado “Networked Readiness Index Rank” do “The Global Information Technology Report 2004-2005: Readiness for the Networked World (GITR), o mais importante e completo relatório, que vai na sua quarta edição, sobre a estado de preparação dos países do mundo em Tecnologias de Informação para a “Networked Economy”, realizado para o Fórum Económico Mundial, pelo INSEAD e pelo infoDEV (Information for Development Program of the World Bank).
Três áreas são analisadas para que o Fórum Econômico Mundial construa o ranking: (1) as condições macroeconômicas gerais, a infra-estrutura e as leis ligadas a tecnologia; (2) a forma como os indivíduos, governos e empresas se beneficiam e usam a tecnologia; (3) e as estatísticas sobre o uso de tecnologia das informações e comunicações nas nações analisadas.
Sobre este último item, o estudo do Fórum Econômico Mundial traz dados desactualizados. O número de telemóveis, telefones fixos, computadores pessoais, assinantes de acessos por banda larga (DSL e cable modem) e de Internet são todos de 2003.
Evolução de Portugal no ranking da Economia em Rede
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