Início arrow eBusiness arrow Information Builders quer entrar no mercado da administração pública em 2006
Information Builders quer entrar no mercado da administração pública em 2006 PDF Imprimir Endereço de e-mail:
eBusiness arrow Negócios
09-03-2006 15:26:22
A entrada neste mercado da Administração Pública é um dos principais objectivos da empresa para o corrente exercício, e a estratégia será colocada em prática com ou sem parceiros.

Directamente ou indirectamente, a Information Builders pretende entrar no mercado da Administração Pública português em 2006. É um dos principais objectivos da empresa liderada na Península Ibérica por José Maria Garcia-Soto, mas não avançou mais pormenores.

 

Actualmente a estratégia da empresa assenta na percepção de que o mercado das empresas com mais de 1000 empregados está saturado. Como esse é o mercado onde a empresa regista 98% do seu negócio, o plano de negócio desenvolve-se em duas direcções.

 

Na primeira, a empresa adopta uma proposta de valor de coexistência com outros concorrentes, “cujo TCO (Total Cost Ownership) é superior à oferta da Information Builders”.

 

A segunda vertente da estratégia está voltada para ganhar mercado e baseia-se nos serviços de um centro de competência de migração, voltado para a substituição das tecnologias instaladas.

 

Nesta perspectiva, o fabricante procura fazer valer a ideia de que, por exemplo, um CRM desenvolvido à medida servirá melhor as necessidades das empresas: apresentando um melhor TCO menos encargos de licenças e que considera custos apenas daquilo que a empresa usa efectivamente, avança o responsável. No mercado das PME, as propostas do fabricante assentarão mais na verticalização da oferta para call centers e centros de dados.

 

 

Negócio em Portugal

 

Em 2005, a Information Builders vendeu cinco novas licenças em Portugal, ainda realizado no sector dos grandes clientes, que tem apresenta potencial de crescimento em termos de novos utilizadores.

 


De acordo com José Maria Garcia-Soto, 50% do volume de negócios do fabricante a nível mundial são relativos a serviços, mas nível ibérico as licença valem 60% do volume de negócios e em Portugal esta componente é ainda mais forte, chegando aos 70% (30% em serviços).

 

Segundo o responsável ibérico, isto deve-se sobretudo ao facto de em Portugal predominarem os bancos – com departamentos fortes de TI -  entre os clientes da empresa, além do facto de o fabricante entregar a exploração do negócio dos serviços aos seus parceiros.

 

Por outro lado, actualmente, 30% do negócio da empresa assenta na disponibilização de tecnologia de integração de dados, enquanto os restantes 70% referem-se a tecnologia de BI especificamente.

 


Saliente-se que em 2004, a empresa encerrou o exercício em Portugal com um volume de vendas totais aproximadamente 2 milhões de euros (1,54 milhões de euros), o que significa evolução flat face ao registado em 2003, tendo apontado um crescimento de 10% para 2005, alicerçado nos parceiros e realizado em mais segmentos de mercado, designadamente, nas telecomunicações, indústrias, utilities, que contribuem com o restante 30% das receitas, distribuição/retalho e nas PME.

 

Por outro lado, esse crescimento deveria permitir que em 2005 cerca de 50% das vendas fossem realizadas de forma indirecta (15% em 2004). Entre os clientes principais da Information Builders em Portugal, contam-se o Grupo Millenium BCP, a Caixa Geral de Depósitos e o Grupo Edinfor.

 

 

Mudanças na direcção e no suporte

 


A Information Builders mudou recentemente de responsável de vendas contratando, Clementina Barbosa para o lugar de Rui Gaspar, que transitou para a Business Objects. Na perspectiva de José Maria Garcia-Soto trata-se de uma mudança na continuidade e que não têm a ver com qualquer mudança de estratégia.

 

Outra mudança na estrutura de recursos humanos é o facto de Sérgio Alves assumir funções de gestor das pré-vendas da empresa em Portugal – o que antes era feito a partir de Espanha. Por outro lado, o responsável ibérico considera que o novo anúncio de ferramentas SOA – suite de middleware de arquitectura SOA – exigirá maiores competências de integração, mas sem alterações na estrutura de suporte da empresa.

 

O primeiro nível será nacional, enquanto o segundo é ibérico e o terceiro, mais elevado funciona a nível da EMEA. Ao mesmo tempo, a empresa conta com os parceiros para um maior apoio aos clientes e está a promover um programa de canal que se enquadra numa estratégia para conseguir mais clientes entre o segmento das PME.

 

É um plano que se desenvolve desde 2005, com a ABS a servir 30 concessionários no ramo automóvel, disponibilizado o Webfocus em regime ASP (com suporte da PT). O próximo passo ainda por agendar será disponibilizar funcionalidades de Balanced Score Card para todo o país em parcerias, por exemplo com a BEA e a Software AG.

 

 

SUBSCREVA A NOSSA NEWSLETTER

     

Joomla! is Free Software released under the GNU/GPL License.