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Orgacard Portugal fornece tecnologia PKI à CNE PDF Imprimir Endereço de e-mail:
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26-01-2006 11:11:16
A solução implementada permite através de leitor de um smartcard personalizado com chave privada e da digitalização de um PIN, o acesso das Câmara Municipais possa tà VPN da CNE.

A Orgacard implementou na CNE – Comissão Nacional de Eleições para a tecnologia PKI (Public Key Infrastructure), responsável pela transmissão segura de dados entre a CNE e as Câmaras Municipais.

 

Esta tecnologia, utilizada durante as eleições autárquicas de Outubro de 2005, foi novamente o modelo de tratamento de informação a utilizado pela CNE durante as eleições presidenciais do dia 22 de Janeiro.

 

Segundo a CNE, a principal razão para implementar a PKI foi “a necessidade de garantir a transmissão segura de dados entre agentes específicos e reconhecidos do processo eleitoral com vista ao apuramento final dos resultados eleitorais e à sua proclamação” e acrescentou que “garantida a segurança dos dados será possível, no futuro, prescindir da transmissão dos mesmos em suporte e pela via tradicional, ou seja, papel e correio”.

 

A solução PKI baseia-se numa arquitectura cliente-servidor onde os clientes são todas as Câmaras Municipais e o servidor, a actual infra-estrutura da CNE. A solução implementada pela Orgacard Portugal permite que, através da introdução num leitor de um smartcard personalizado com uma chave privada e da digitalização de um PIN, cada Câmara Municipal possa ter acesso à rede privada virtual (VPN) da CNE de forma a transmitir informação com rapidez e segurança.

 

Cada smart card é exclusivo para cada utilizador de cada Câmara e contém certificados digitais que só são reconhecidos pela infra-estrutura da CNE e pelo próprio smartcard, permitindo a encriptação dos dados transmitidos.

 

De acordo com a CNE a maior parte da informação veiculada através desta tecnologia “já foi ou destina-se a ser tornada pública, como por exemplo, candidaturas à eleição, listas de candidatos, número de votos obtidos provisoriamente, etc. No entanto, alguma informação é confidencial, como por exemplo, os dados pessoais de cada eleitor”, concluiu um dos membros da CNE.

 

 

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