Claranet “absorve” Globinnova na cibersegurança

O operador incorporou nas suas estruturas a equipa da empresa fundada por Pedro Barbosa e quer facturar um milhão de euros com a nova unidade de negócio criada.

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Pedro Norton Barbosa, líder de cibersegurança na Claranet

A Claranet comprou a Globinnova, empresa fundada e gerida por Pedro Norton Barbosa, com actividade centrada no segmento de serviços de inteligência digital ou ciber-inteligência. O executivo será líder das operações de cibersegurança.

Nessa área o operador pretende desenvolver um negócio de um milhão de euros até 2018, tendo constituído uma nova unidade de actividade. Segundo um comunicado, o operador integrou na sua equipa todos os trabalhadores da Globinnova assim como o portefólio de tecnologia e serviços desta empresa.

Quando questionada sobre a matéria, a Claranet não esclareceu detalhes do negócio nem revelou quantas pessoas foram realmente integradas.

A oferta, agora agregada a outros serviços do operador,  inclui uma plataforma de “big data security” capaz de detectar malware em empresas à escala mundial, e uma solução de simulação de ataques de phishing/engenharia social.

Na sua estratégia para o mercado de cibersegurança, a Claranet planeia lançar, em Portugal, de um centro de operações de segurança (“Security Operations Center” [SOC]) para monitorização e reacção a incidentes de segurança.

Complementada com formações especializadas em cibersegurança , permite aos trabalhadores fiquem mais preparados para lidar com tentativas de fraudes em departamentos financeiros, por exemplo, refere um comunicado.

Na sua estratégia para o mercado de cibersegurança, a Claranet planeia lançar, em Portugal, de um centro de operações de segurança (“Security Operations Center” [SOC]) para monitorização e reacção a incidentes de segurança.

A estrutura funcionará em regime de 24 horas, todos os dias, interligado ao centro mantido em Lille (França). Os planos do operador incluem ainda o reforço dos serviços especializados em ciber-inteligência, mais especificamente na protecção digital de marca, detecção de fugas de informação e outras ameaças oriundas da Dark Web.

“Esta nova unidade, composta por uma equipa com mais recursos e enquadrada num grupo de referência europeu, permite endereçar projetos de cibersegurança com um grande grau de especialização em empresas e organizações de grande dimensão”, comenta Pedro Barbosa.




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