EY Portugal “absorve” Horizon

A consultura reforça as suas competências em cibersegurança com a equipa do spin-off da Unisys. Sérgio Sá será um dos directores-executivos da estrutura.

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Sérgio Sá, director-executivo na EY

A EY Portugal incorporou na sua estrutura, em Janeiro, a equipa da Horizon, consultora portuguesa que nasceu da mudança de estratégia da Unisys para o mercado português. De acordo com a primeira, a integração não envolveu processo de aquisição.

Sérgio Sá e Sérgio Martins, sócios da referida spin-off, passam a ser directores executivos da linha de negócio na EY, reportando a Carlos Basto, responsável pelos serviços de gestão de risco. A operação está incluída na área de aconselhamento, liderada por Jorge Nunes.

A equipa de consultores focada em cibersegurança, passa de três profissionais para 17, com a inclusão dos novos especialistas. Fazem parte de uma rede de uma rede de 6 800 profissionais de cibersegurança da EY, espalhados pelo mundo, ressalva a consultora.

O crescimento da equipa permite, segundo João Alves, director-geral da EY Portugal, “consolidar a posição de liderança”. Mas questionada sobre a dimensão do negócio da empresa em Portugal, na área de cibersegurança, a consultora recusa avançar com números (por regras internas ou por estratégia).

Também não revela quantos clientes ganha com o processo de incorporação, por razões de confidencialidade.

A EY escolhe os das telco e media, energia e utilities, além do sector público e financeiro

A linha de serviço de cibersegurança passa a estar organizada em cinco áreas de competências: transformação, gestão de ameaças, gestão de identidades e acessos, privacidade de dados e resiliência. Todas terão o mesmo grau de importância em termos de negócio, diz fonte da consultora, porque a oferta pressupõe uma “resposta integral e integrada”, às necessidades dos clientes.

Mas quanto a sectores económicos prioritários, a EY escolhe os das telco e media, energia e utilities, além do sector público e financeiro. Apesar de assumir um posicionamento mais abrangente.

No entender de Sérgio Sá, a integração numa das quatro maiores consultoras à escala mundial permitirá disponibilizar “soluções numa vertente mais estratégica e alargar a área de actuação à rede global EY”.

*Com comunicado




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