SPMS firma protocolo com Ordem dos Enfermeiros

Noutro âmbito, a empresa anuncia que uma “versão intermédia”, do módulo de vacinas para o SINUS, tem implantação prevista para o período a partir de 16 de Janeiro.

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Henrique Martins, presidente da SPMS e Luís Barreira, vice-presidente da Ordem dos Enfermeiros

A SPMS e a Ordem dos Enfermeiros (OE) assinaram na última terça-feira um protocolo de cooperação, hoje, para a evolução dos sistemas de informação em enfermagem. Além disso, a empresa pública avançou que prevê começar a implantação de novos módulos de vacinas da plataforma SINUS, em parte já alinhados com o Programa Nacional de Vacinação (PNV), a partir de 16 de Janeiro.

O acordo assinado com a organização dos enfermeiros tem por objectivo envolvê-la nos desenvolvimentos a realizar pela SPMS, mas também fomentar a formação e investigação na área de SI para enfermagem.

No âmbito da cooperação foi criado um grupo de trabalho da Ordem dos Enfermeiros, para apoio às equipas técnicas da Servilços Partilhados do Ministério da Saúde. A sua actividade estará centrada na melhoria dos SI nos cuidados de saúde primários, quanto à facilidade de utilização, avança uma nota desta empresa.

Mais concretamente, o esforço visa facilitar “registos mais simples e úteis” para os profissionais de saúde e utentes.

Implantação integral de alterações para o PNV adiada em três sistemas

Entretanto, a instalação dos módulos de vacinas para o SINUS, deverá avançar em “versões intermédias”, a partir de 16 de Janeiro, segundo as previsões da entidade pública.

Em colaboração com a Direcção-Geral de Saúde, a SPMS tem vindo a realizar alterações profundas ao referido software para suportar o novo Programa Nacional de Vacinação (PNV), que entrará em vigor durante 2017. Mas, assim, as alterações no módulos não entram em vigor conjuntamente com a versão 2.3 do SClínico, SINUS e MARTA (apresentada a 4 de jLaneiro às Administrações Regionais de Saúde e às Unidades Locais de Saúde, e com rollout nacional previsto para arrancar a 23 de Janeiro).

As unidades de saúde escolhidas para implementações piloto do PNV de 2017 são as da Amadora, Reboleira, Redondo e São João.

Plataforma de telemedicina estende-se no território

Em conjunto com a Unidade Local de Saúde de Castelo Branco (ULSCB),a SPMS anunciou que alargar a PDS Live, a plataforma de telemedicina, a várias especialidades médicas. Na iniciativa prevê a instalação de 140 computadores com câmaras de vídeo no Hospital Amato Lusitano e em vários centros de saúde que integram a ULSCB.

Ainda em 2016, a empresa pública, em articulação com a ARS Algarve e o Centro Hospitalar Algarve (CHA), alargou o sistema à Unidade de Saúde Familiar (USF) Atlântico Sul – ACES Barlavento e à USF Balsa – ACES Sotavento. Segundo a SPMS, existe a intenção, por parte do CHA, de alargar esta funcionalidade a outras USF, abrangendo também mais especialidades das disponíveis: cardiologia (no Hospital de Faro) e otorrinolaringologia (no Hospital de Portimão).

Receita sem papel a 77% na Madeira

Desde 1 de Janeiro de 2017, a Madeira assumiu, de forma obrigatória, a Receita Sem Papel, mas na última terça-feira a taxa de adopção estava nos 77%, segundo a SPMS.

Do período de utilização experimental entre 1 de Outubro e 31 de Dezembro de 2016, resultou segundo a SPMS, um grau de implantação de 50%. As percentagens enquadram num contexto nacional em que 90,7% dos receituário é emitido em formato digital.




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