37% dos recursos de TI querem novo emprego

Em 2017, 26% deverão mudar de empregador, segundo a Spicework, procurando ganhar competências em cibersegurança, redes e virtualização.

recursos-humanos_plexu-100700481-large-3x2Se os departamentos de TI ainda não estão preocupados com a retenção de pessoal, algumas previsões tendem a mudar isso. O estudo 2017 Tech Career Outlookda Spiceworks, estima que 37% dos profissionais de TI da América do Norte, Europa e Médio Oriente e África, planeia mudar de emprego durante 2017 2017. Entre 476 entrevistados, cerca de 26% aceitarão mudar de empregador.

Muitos factores estão a impulsioná-los (ver caixa), mas a razão mais citada é a vontade de melhorar as suas competências em TI – referida por 69%;

Mais de metade (59%) dos entrevistados acredita que está a ser mal paga, mas apenas 24% esperam um aumento salarial de mais de 5%, do seu actual empregador. em 2017. Mas apenas 12% espera uma promoção.

A confiança no clima de contratação é outro factor importante. Perto de 70% dos entrevistados esperam que o mercado de trabalho de TI permaneça favorável em 2017.

E isso está motivar muitos profissionais de TI a procurarem emprego com salários mais altos e maior potencial de progresso.

Nove razões para mudar de empregador

‒ melhorar as suas competências em TI – referida por 69%;
‒ obter um melhor salário – 64%;
‒ trabalhar numa empresa que dê prioridade às TI – 40%;
‒ estar “queimado” no seu emprego actual – 40%;
‒ encontrar um melhor equilíbrio entre vida profissional e familiar – 38%;
‒ obter melhores benefícios – 33%;
‒ trabalhar com uma equipa de TI mais talentosa – 26%;
‒ obter melhores opções de trabalho em casa – 24%;
‒ conseguir um título profissional melhor – 22%.

“Muitos profissionais de TI acreditam ser mal pagos e que o seu departamento está subfinanciado”, diz Peter Tsai, analista de TI da Spiceworks, num comunicado. “Isso está a levar muitos profissionais de tecnologia a aproveitarem a situação do mercado de trabalho prevista para o próximo ano e a procurarem empregadores que dê prioridade ao departamento de TI, invistam em talento para tecnologia e proporcionem os recursos adequados que os profissionais de TI precisam para ter sucesso”.

Apesar disso, 61% dos profissionais de TI sentem-se apreciados pelo seu empregador actual, diz a Spiceworks.

O desenvolvimento contínuo de habilitações é uma característica das TI, e os inquiridos para o estudo da Spiceworks também têm planos nessa área. Quando questionados sobre que competências pretendem melhorar no próximo ano, na respostas dominam aquelas em segurança/cibersegurança, citadas por 62%. As competências em redes (56%) e virtualização (45%) vêm a seguir.

Inquiridos sobre que tarefas de TI apresentarão maior grau de desafio no próximo ano, a maioria dos profissionais de TI comenta que os líderes empresariais devem entender a importância das prioridades de TI e financiar projectos críticos. Outros focos de dificuldades serão manter os dados da sua organização seguros, garantir a actualização da infra-estrutura de TI, do software e sistemas operativos em fim de vida, dentro do prazo.

Spiceworks faz livre software de gerenciamento de TI e construiu uma comunidade de profissionais de TI. Sua pesquisa incluiu 476 entrevistados da América do Norte e EMEA. Para obter mais detalhes, consulte o relatório completo.

10 tipos de competências com maior procura prevista

O Computerworld dos EUA questionou 196 profissionais de TI com cargos de direcção, sobre tendências de contratação para 2017. Os resultados e conclusões estão centrados naquele mercado norte-americano, mas não deixam de servir de referência. Os tipo de profissionais com maior procura prevista por percentagem de inquiridos que os referiram:

‒ programadores e especificamente de aplicações ‒ 35%;
‒ suporte e ajuda técnica ‒ 35%;
‒ segurança/ conformidade ‒ 26%;
‒ cloud omputing/SaaS ‒ 26%;
‒ BI e analítica ‒ 26%;
‒ desenvolvimento para Internet ‒ 26%;
‒ administradores de base de dados ‒ 25%;
‒ gestão de projecto ‒ 25%;
‒ Big Data ‒ 25%;
‒ gestão de aplicações e dispositivos móveis ‒ 21%.




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