5 vantagens imediatas de migrar para a cloud

Apesar dos benefícios, Paulo Magalhães, director executivo da Inovflow, enfatiza que menos de metade das empresas utilizadoras de cloud está a tirar o máximo proveito dela.

paulo-leite-de-magalhaes-executive-manager-inovflow

Paulo Magalhães, director executivo da Inovflow

A computação em nuvem (ou cloud computing) representa uma melhoria notável na gestão de TI para empresas de todas as dimensões. Apesar de muitos outros conceitos terem ganho preponderância ao longo das últimas décadas, o de cloud computing apresenta-se como o mais abrangente, abarcando não apenas o armazenamento e base de dados, mas as soluções corporativas como um todo.

Os níveis de serviço (SLA) oferecidos dão garantia de segurança e suporte, e existe flexibilidade para aumentar ou diminuir o que está contratado a qualquer momento. Além disso, o trabalho da equipa interna é otimizado, podendo dedicar-se a tarefas mais estratégicas para o negócio. Ao permitir o acesso seguro a partir da web, é possível controlar e gerir toda a atividade em qualquer altura, em qualquer lugar e a partir de qualquer dispositivo.

A cloud é também especialmente adequada para empresas que não têm um departamento de TI específico e é a área financeira, administrativa, ou a própria direção geral, que acumula essa responsabilidade. Como é natural, o seu foco deve estar noutro tipo de iniciativas e não ser sobrecarregada com questões técnicas que, não sendo a sua especialidade, precisam de ser resolvidas, pois causam grande impacto na atividade da empresa.

Optando pela cloud, tudo fica mais simples e o prestador do serviço dá o apoio necessário.

Aqui estão cinco das principais vantagens de migrar para a cloud.

1) Investimento em infraestrutura

Ao optar por soluções baseadas na cloud, não tem de se preocupar com a aquisição, manutenção e atualização de servidores, licenças de software, equipamentos de rede e espaço de armazenamento para construir o seu ambiente de TI. Com um contrato de prestação de serviços, tem facilmente acesso a discos virtuais, ambientes de testes, base de dados, software de gestão, aplicações de ambiente de trabalho e tudo o que for necessário para automatizar, centralizar e otimizar o negócio específico da sua empresa.
A gestão é efetuada a partir de uma interface web fácil de utilizar e acessível em qualquer altura e lugar, e o prestador do serviço disponibiliza o suporte que garante a resolução de problemas de forma ágil.

2) Flexibilidade

Como não exige investimento de capital fixo, este modelo de serviço é excelente para responder agilmente à mudança. Isto porque o espaço de armazenamento, a capacidade de processamento, o número de utilizadores, as funcionalidades, o nível de suporte, etc, podem ser ajustados em tempo-real conforme as necessidades da empresa.

Ou seja, só subscreve o que efetivamente precisa, no momento que precisa. Isto seria impossível na aquisição de licenças de software e máquinas físicas, pois o investimento já estava realizado, mesmo que não precisasse no futuro.

O resultado desta flexibilidade associada à cloud é assim a eliminação da inatividade da infraestrutura tecnológica, o que gera automaticamente um aumento da eficiência e rentabilidade da empresa como um todo. De referir também a rapidez na implementação das soluções baseadas na cloud, que é quase imediata a partir da subscrição do serviço.

Este time-to-market faz toda a diferença na competitividade das empresas e capacidade de resposta ao negócio e à evolução do mercado. Ao permitir o acesso à informação em qualquer altura, em qualquer lugar e a partir de qualquer dispositivo, ganha também flexibilidade para conseguir gerir a sua atividade quando e onde precisar.

3) Segurança

Não é verdade afirmar que a cloud é menos segura que o modelo convencional. Os prestadores de serviços de cloud computing, cada vez em maior número, estão continuamente atualizados em relação às melhores práticas de segurança e mantêm altos níveis de serviço para se manterem competitivos.

Entre os contratos de nível de serviço mais comuns em cloud estão o da segurança do servidor físico da nuvem com os respetivos backups, a garantia da recuperação de dados em caso de acidente (disaster recovery) e a continuidade do negócio em caso de falha de energia (business continuity), por exemplo. Se tudo estivesse fisicamente nas suas instalações, como seria? O que aconteceria se perdesse ou danificasse um equipamento com informação crítica lá guardada?

4) Redução de custos

Além de eliminar a necessidade de investir em hardware dispendioso, a computação em nuvem também reduz os custos relacionados com energia, recursos humanos e licenças. No caso da energia, não precisa de manter máquinas de processamento ligadas 24 horas, além de no-breaks e ar-condicionado.

Já no caso dos recursos humanos, o prestador do serviço garante as tarefas de configuração, manutenção e suporte – e não precisa de contratar ou manter uma equipa interna para cumprir estas funções. Por fim, consegue-se eliminar os elevados custos com licenças e respetivas atualizações, já que estão embutidas na fee mensal consoante as funcionalidades e utilizadores (que pode ir alterando à medida das necessidades).

5) Retorno de investimento mais rápido

Com todas estas vantagens, o retorno de investimento é muito superior quando se trata da cloud – além de ser mais fácil de calcular. Para as empresas mais pequenas, a decisão de investir na cloud viabiliza a contratação de serviços de TI de alto nível a baixo custo (permite ter acesso ao que anteriormente não estava ao seu alcance).

Para as maiores, coloca a área de TI da empresa numa posição mais estratégica, passando a ser um departamento focado na inovação e no apoio efetivo ao crescimento do negócio, e não na resolução de questões técnicas do dia-a-dia.

Contrate um especialista para maximizar todas estas vantagens

Segundo um estudo recente da IDC, 68% das empresas que inquiriu já utilizam cloud computing (aumento de 61% face a 2015), mas somente 31% estão a tirar o máximo partido das suas potencialidades. Por isso, antes de tomar a decisão de migrar para a cloud, as organizações devem procurar uma empresa integradora que tenha experiência nesta área e que consiga apoiá-lo numa abordagem a 360º.
Paulo Magalhães, director executivo da Inovflow




Deixe um comentário

O seu email não será publicado