Flash conquista terreno no datacenter

Existem dois temas recorrentes e pertinentes entre os actuais responsáveis de tecnologia nas empresas portuguesas, a necessidade de ser flexível e o desejo de ser eficiente, defende Daniel Cruz, director-geral da NetApp em Portugal.

Daniel Cruz_Territory Manager NetApp Portugal

Daniel Cruz, director-geral da NetApp Portugal

Existem dois temas recorrentes e pertinentes entre os actuais responsáveis de tecnologia nas empresas portuguesas: a necessidade de ser flexível e o desejo de ser eficiente, defende Daniel Cruz, director-geral da NetApp em Portugal.

De acordo com a IDC, o mercado global de arrays baseados em Flash cresceu 87% no primeiro trimestre de 2016 face ao período homólogo do ano anterior. Já a Gartner prevê que, apesar de poucos datacenters utilizarem actualmente apenas soluções All Flash, essa realidade vai mudar e crescerá para 25% já em 2020.

A Flash está a tornar-se uma solução elegível para um número cada vez maior de volumes de trabalho e aplicações, fomentando a adopção do datacenter All Flash, que rapidamente se está a tornar uma realidade no horizonte em vez de uma miragem optimista.  Antes de o datacenter All Flash se tornar uma realidade, as implementações Flash precisam de se expandir muito para lá das aplicações de desempenho e tornar-se o padrão nas tecnologias de armazenamento.

Isto implica ir para além do uso tradicional dos volumes de trabalho Flash e ir ao encontro das exigências de um novo conjunto de casos de utilização diversos. Qualquer empresa que queira ter sucesso na economia da expectativa precisa de construir uma infra-estrutura simples que consiga sempre ir ao encontro das suas necessidades de desempenho e capacidade e que tenha a elasticidade para escalar rapidamente quando a procura é elevada.

É por este motivo que as soluções de armazenamento baseadas em Flash estão a desempenhar cada vez mais um papel importante a ajudar as organizações a diferenciarem as suas ofertas e serviços nos mercados em que a economia da expectativa esteja mais povoada de concorrência. A Flash suporta novas abordagens para as empresas se moverem rapidamente e entregarem produtos e serviços rapidamente aos consumidores, crescendo exponencialmente e continuando a inovar antes de potenciais concorrentes.

Existem dois temas recorrentes e pertinentes entre os actuais responsáveis de
tecnologia nas empresas portuguesas: a necessidade de ser flexível e o desejo de ser eficiente, com o objectivo de alcançar as metas fixadas com menos necessidade de pessoas, infra-estrutura, espaço, electricidade e refrigeração.

Tradicionalmente, a proposta de valor da Flash é o elevado desempenho, a baixa latência e o reduzido consumo de energia. Os arrays all-Flash estão geralmente equipados para lidar com as aplicações mais exigentes a nível de desempenho, desde bases de dados que servem de base a websites e plataformas comerciais até ao peso-pesado que é o suporte a uma infra-estrutura de ambiente de trabalho virtual (VDI).

Embora as empresas fiquem obcecadas com o desempenho quando se fala em Flash, a conversa precisa de se focar no serviço. Sim, o meu array Flash faz tudo o que promete, mas será que ele se integra sem problemas no meu ecossistema de armazenamento? Está ele a trazer eficiência ao meu departamento TI? Ele permite-nos ter a qualidade de serviço que pretendemos fornecer de forma consistente? Estas são as perguntas que os gestores TI devem colocar às suas soluções Flash.




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