Amazon antecipa-se no “geo-desbloqueio”

O retalhista iniciou um novo programa abrindo a possibilidade de PME venderem para mais países, ao colocar produtos mais próximos de potenciais clientes.

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Com a sua mais recente iniciativa de distribuição, a Amazon.com pode alcançar ou pelo menos ter um prenúncio, do que a Comissão Europeia tem almejado há anos: criar de um mercado online sem fronteiras, onde o preço dos bens e o custo do transporte deles é o mesmo para todos os cidadãos da União Europeia.

A gigante de e-commerce tem  utilizado muito o seu conhecimento sobre tendências de compras para garantir que os seus armazéns por todos os EUA mantenha o inventário adequado à procura, para a própria Amazon e também para os comerciantes associados que utilizam os seus serviços de atendimento.

Agora, com o Pan-European Fulfillment By Amazon, esta lança um serviço similar para as pequenas empresas com actividade na UE, muitas das quais estão relutantes operar fora do seu país de origem. O programa permitirá que as pequenas empresas façam uma entrega mais rápida, a preços mais baixos, para mais destinos da UE, diz a empresa.

Há já algum tempo que a Comissão procura eliminar o bloqueio geográfico alimentado por retalhistas e fabricantes, que restringem vendas para determinados países. A Amazon pretende recorrer a 29 armazéns em sete países europeus ‒ Reino Unnido, Alemanha, França, Espanha, Itália, Polónia e República Checa para fazer entregas o mais próximo possível dos clientes. Quer reduzir os custos de entrega e tempos de envio.

O novo programa pode permitir ao retalhistas usufruírem da Amazon Prime.

Mais de 50% dos retalhistas ou produtores  que vendem pela Amazon já utiliza a plataforma da empresa para vender em mais de um país. O novo programa pode levar os produtos para mais próximo dos clientes e permiti-lhes participar na Amazon Prime, a taxa fixa do serviço de entrega.

Apesar de tudo o programa não resolve o problema das barreiras linguísticas nem a heterogeneidade fiscal.




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