Portugal passou para grupo da frente no IDES

A economia e sociedade digital do país foi daquelas que mais rapidamente evoluíram em 2015 na União Europeia. Mas falta levar mais pessoas a usarem a Internet.

DESI_PortugalPortugal atingiu uma pontuação de 0,53 no Índice de Digitalidade da Economia e da Sociedade (IDES), ao longo de 2015, o que coloca o país em 14.º lugar, entre os 28 Estados-membros da União Europeia. A economia e sociedade digitais portuguesas foram as segundas com evolução mais rápida, de acordo com o resultados apurados e passaram para o grupo das mais avançadas da comunidade.

Esta manhã o comissário europeu para a Economia e Sociedade Digital, Günther Oettinger, faz uma apresentação do estudo (acompanhe aqui) que classifica os países europeus de acordo com indicadores registados sobre  a cobertura de banda larga, comércio electrónico, administração pública online.

Portugal colocou-se acima do patamar da média europeia, embora abaixo do registo médio dos territórios mais avançados. No indicador da cobertura por redes, a Internet rápida para 91 %  das residências (estava em 89%) e os contratos de ligações rápidas são mais de metade dos contratos de ligações de banda larga.

Mas quanto na dimensão dos serviços públicos online, a administração pública portuguesa perdeu três lugares, para 8º lugar, com pontuação de 0,67. Continua a ser a área na qual Portugal mais se destaca, segundo o estudo.

A percentagem de portugueses que nunca utilizaram a Internet caiu dois pontos percentuais para 28%, durante 2015.

O desempenho na evolução da digitalização das empresas ficou a cima da média e o tecido empresarial ocupa o segundo lugar na utilização de RFID e o quinto na partilha de informações electrónicas dentro das companhias, diz a Comissão Europeia.

Contudo o maior desafio para o país continua a ser melhorar as competências digitais dos seus cidadãos. Perto de metade da população não tem competências digitais básicas, dizem dos dados. Mas além disso o país precisa de levar mais cidadãos a aderirem às actividades online, embora a percentagem das pessoas que nunca utilizaram a Internet tenha caído dois pontos percentuais para 28%, durante 2015.




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