Metade das empresas sem redes sociais no horário de trabalho

Em cada 10 empresas, quatro bloqueiam o acesso ao Facebook e três ao Twitter. Algumas permitem o acesso apenas em certos intervalos.

Metade das empresas não permite que os seus funcionários visitem redes sociais como o Facebook e o Twitter a partir de um computador ou laptop corporativo, revela a empresa britânica de segurança Webroot.
Um estudo da empresa revelou que 81% das corporações têm uma política para a Internet que restringe os sites que podem ser acedidos.
Dessas, 42% implantaram a política em resposta ao uso inapropriado das redes sociais pelos funcionários e 31% utilizam software de segurança na Web para monitorizar o uso da Internet.
O inquérito online foi feito a cerca de mil pequenas e médias empresas dos Estados Unidos e da Grã-Bretanha, com 500 funcionários no máximo.
Aproximadamente quatro em 10 (39%) das empresas bloqueiam o acesso ao Facebook, 30% impedem o acesso ao Twitter e 27% não deixam que os funcionários acedam a sites de partilha de vídeos como o YouTube.
No entanto, 21% de todas as empresas permite que os seus empregados visitem redes sociais no horário de almoço ou noutros intervalos específicos, como antes do início do horário de trabalho. 16% permite a departamentos como o de marketing o acesso às redes sociais para actividades ligadas com o negócio da empresa.
Mais da metade (53%) preocupa-se com infecções de malware por estas redes sociais e 42% temem a revelação de dados causados pelo uso de redes sociais – 12% admitiu mesmo que dados corporativos sigilosos já foram revelados desta forma.
“É claro que o impacto potencial das redes sociais como vectores de ameaças atingiu em cheio os administradores de TI”, salienta Gerhard Eschelbeck, CTO da Webroot.
“Todas as empresas precisam de desenvolver uma política para o uso das redes sociais e deviam também adoptar serviços fiáveis de segurança na Web para a proteção contínua contra ameaças”.

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