Principais motores da implementação de nuvens privadas parecem ter mudado.
A maioria dos directores de TI ainda não está convencida quanto às vantagens de migrar para uma nuvem pública quando acabarem por esgotar a capacidade da sua infra-estrutura.
A empresa de software de gestão Cloud Platform Computing entrevistou durante o mês passado 100 directores de TI durante a realização da Conferência Internacional de Supercomputação e, do resultado desse inquérito, a empresa conclui que 79% dos responsáveis de tecnologia não têm quaisquer planos no sentido de utilizar serviços externos de nuvem pública quando os seus próprios recursos alcancarem o limite das suas capacidades.
Apesar disso, o estudo não aponta para qualquer alteração na procura de cloud privadas neste último ano. Assim, em 2010, 28% das empresas mantêm os seus planos no sentido de implementar clouds privadas, a mesma percentagem registada em 2009.
Não obstante, os principais motores da implementação de nuvens privadas parecem ter mudado. No ano passado, os inquiridos manifestaram a sua intenção de adoptar uma nuvem privada para assim aumentarem a eficiência das suas organizações, mas este ano apenas 27% dos directores de TI assume essa meta. Por outro lado, 25% dos responsáveis de tecnologia entrevistados este ano, contra os 17% de 2009, acreditam que as nuvens privadas ajudarão as suas empresas a reduzir custos.
Apenas 17% consideram estas plataformas como recurso de escalabilidade, sendo que seis por cento as utilizaria para acções de TI sensíveis e 19% como experiência.
Entretanto, o estudo concluiu que a cultura organizacional já não é considerada o grande inibidor da adopção de nuvens privadas (26%) como foi em 2009 (37%). Os profissionais de TI estão agora mais preocupados com as questões técnicas, como a segurança (25%), a
gestão complexa (também 25%), o licenciamento de aplicações (12%), e os custos iniciais do projecto (6%).
“O que é interessante é que a implementação de nuvens privadas continua a ser muito forte, independentemente das intenções quanto à utilização de nuvens públicas”, refere Randy Clark, director de marketing da Platform Computing.
“Nós acreditamos que a adopção de nuvens privadas vai continuar a crescer mais do que a adopção de modelos públicos, mas prevemos também uma procura cada vez maior de nuvens privadas em combinação com nuvens híbridas, apenas nos casos em que os restantes recursos atingirem o limite da sua capacidade”, refere o mesmo responsável.
Empresas ainda reticentes na implementação de nuvens públicas LONDON (07/16/2010) - A maioria dos directores de TI ainda não está convencida quanto às vantagens de migrar para uma nuvem pública quando acabarem por esgotar a capacidade da sua infra-estrutura. A companhia de software de gestão Cloud Platform Computing entrevistou durante o mês passado 100 directores de TI durante a realização da Conferência Internacional de Supercomputação e, do resultado desse inquérito, a empresa conclui que 79 por cento dos responsáveis de tecnologia não têm quaisquer planos no sentido de utilizar serviços externos de nuvem pública quando os seus próprios recursos alcancarem o limite das suas capacidades. Apesar disso, o estudo não aponta para qualquer alteração na procura de cloud privadas neste último ano. Assim, em 2010, 28 por cento das empresas mantêm os seus planos no sentido de implementar clouds privadas, a mesma percentagem registada em 2009. Não obstante, os principais motores da implementação de nuvens privadas parecem ter mudado. No ano passado, os inquiridos manifestaram a sua intenção de adoptar uma nuvem privada para assim aumentarem a eficiência das suas organizações, mas este ano apenas 27 por cento dos directores de TI assume essa meta. Por outro lado, 25 por cento dos responsáveis de tecnologia entrevistados este ano, contra os 17 por cento de 2009, acreditam que as nuvens privadas ajudarão as suas empresas a reduzir custos. Apenas 17 por cento consideram estas plataformas como recurso de escalabilidade, sendo que seis por cento as utilizariam para acções de TI sensíveis e dezanove por cento como experiência. Entretanto, o estudo concluiu que a cultura organizacional já não é considerada o grande inibidor da adopção de nuvens privadas (26 por cento) como foi em 2009 (37 por cento). Os profissionais de TI estão agora mais preocupados com as questões técnicas, como a segurança (25 por cento), a gestão complexa (25 por cento), o licenciamento de aplicações (12 por cento), e os custos iniciais do projecto (seis por cento). “O que é interessante é que a implementação de nuvens privadas continua a ser muito forte, independentemente das intenções quanto à utilização de nuvens públicas”, refere Randy Clark, director de marketing da Platform Computing. "Nós acreditamos que a adopção de nuvens privadas vai continuar a crescer mais do que a adopção de modelos públicos, mas prevemos também uma procura cada vez maior de nuvens privadas em combinação com nuvens híbridas, apenas nos casos em que os restantes recursos atingirem o limite da sua capacidade", refere o mesmo responsável.
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