As empresas constituintes pretendem que rapidamente seja formada uma equipa administrativa capaz de exportar o conhecimento acumulado com o plano tecnológico, especialmente na área da educação, com a ajuda da AICEP.
Para já, são 47 as PME portuguesas que assinaram um protocolo para a constituição do consórcio E-xample, centrado em desenvolver e exportar tecnologias e serviços aplicados às áreas da educação. Mas até Julho, altura na qual será ratificado o protocolo, decorrerão negociações para enquadrar cada empresa da forma mais optimizada na estrutura do consórcio. E será formada uma administração. Nem todas as empresas deverão entrar em acordo e além disso, haverá quatro empresas multinacionais interessadas em participar, mas cujo nome não foi divulgado. O objectivo mais geral do grupo é fornecer a tecnologia necessária para um país desenvolver o seu próprio plano tecnológico, explica Gabriel Santos, director da Inforlândia – uma das empresas presentes na iniciativa.
Presente na assinatura do protocolo, o Primeiro-Ministro, José Sócrates, considera que a constituição do E-xample vem na linha dos planos do governo, cuja “ideia foi sempre promover a concertação entre as empresas e Estado de forma estratégica, em áreas específicas”. E na visão do governante, “existem outras áreas” onde Portugal desenvolveu tecnologia e conhecimento capaz de ser exportado. Depois de cinco anos em que o sector conseguiu desenvolver em Portugal competências capazes de serem exportadas, Sócrates disse que os próximos esforços no âmbito do plano tecnológico para a educação estarão centrados no desenvolvimento de conteúdos.
A lista das empresas:
– Bettersoft;
– Bi-Bright;
– Brandia Central;
– Cabelte;
– Caixa Mágica;
– CBE;
– CME;
– Cnotinfor;
– Conhecermaisti;
– Critical Lnks;
– DST;
– Dueto;
– Edubox;
– Edigma;
– Efapel;
– Famasete;
– Globaleda;
– Globaltronic;
– Inforlandia;
– ISA;
– Impresa Digital;
– I-Zone;
– JP Sá Couto;
– Leya;
– Leadership;
– Lusoeduc;
– Microfil;
– Micro i/o;
– Mobbit;
– Novabase;
– Nautilus;
– Onitelecom;
– Porto Editora;
– Prológica;
– PT Inovação;
– Quitérios;
– Softlimits;
– Somitel;
– Take the wind;
– Televes;
– Ubiwere;
– Viatecla;
– Visualforma;
– WSBP;
– Y-Dreams;
– JFL.
Consórcio E-xample deve ser formalizado em Julho
As empresas constituintes pretendem que rapidamente seja formada uma equipa administrativa capaz de exportar o conhecimento acumulado com o plano tecnológico, especialmente na área da educação, com a ajuda da AICEP.
Para já, são 47 as PME portuguesas que concordaram e assinaram um protocolo para a constituição do consórcio E-xample, centrado em desenvolver e exportar tecnologias e serviços aplicados às áreas da educação. Mas até Julho, altura na qual será ratificado o protocolo, decorrerão negociações para enquadrar cada empresa da forma mais optimizada na estrutura do consórcio. Nem todas as empresas deverão entrar em acordo e além disso, haverá quatro empresas multinacionais interessadas em participar, mas cujo nome não foi divulgado. O objectivo mais geral do grupo é fornecer a tecnologia necessária para um país desenvolver o seu próprio plano tecnológico, explica Gabriel Santos, director da Inforlândia – uma das empresas presentes na iniciativa.
Presente na assinatura do protocolo, o Primeiro-Ministro, José Sócrates, considera que a constituição do E-xample vem na linha dos planos do governo, cuja “ideia foi sempre promover a concertação entre as empresas e Estado de forma estratégica, em áreas específicas”. E na visão do governante, “existem outras áreas” onde Portugal desenvolveu tecnologia e conhecimento capaz de ser exportado. Depois de cinco anos em que o sector conseguiu desenvolver em Portugal competências capazes de serem exportadas, Sócrates disse que os próximos esforços no âmbito do plano tecnológico para a educação estarão centrados no desenvolvimento de conteúdos.
A lista das empresas:
– Bettersoft;
– Bi-Bright;
– Brandia Central;
– Cabelte;
– Caixa Mágica;
– CBE;
– CME;
– Cnotinfor;
– Conhecermaisti;
– Critical Lnks;
– DST;
– Dueto;
– Edubox;
– Edigma;
– Efapel;
– Famasete;
– Globaleda;
– Globaltronic;
– Inforlandia;
– ISA;
– Impresa Digital;
– I-Zone;
– JP Sá Couto;
– Leya;
– Leadership;
– Lusoeduc;
– Microfil;
– Micro i/o;
– Mobbit;
– Novabase;
– Nautilus;
– Onitelecom;
– Porto Editora;
– Prológica;
– PT Inovação;
– Quitérios;
– Softlimits;
– Somitel;
– Take the wind;
– Televes;
– Ubiwere;
– Viatecla;
– Visualforma;
– WSBP;
– Y-Dreams;
– JFL.
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As novas tecnologias abrem as portas para o mundo, e Portugal está na linha da frente. Parabens por levarem a cabo tão importante evento. É um orgulho Portugal estar-se a tornar o líder mundial da inovação tecnológica nas escolas, e outros Países querem seguir-lhe o exemplo, importando essa tecnologia produzida por nós.
Além disso, tudo o que se possa fazer para ajudar a criar postos de trabalho, e trazer divisas para o País é de louvar.