Cibersegurança será cada vez mais competência do Estado

7 de Junho de 2010 às 17:17:37 por João Nóbrega

Uma das previsões da IDC sobre o mercado da segurança será o maior envolvimento do Estado nas questões de cibersegurança. Afinal, trata-se de uma competência do Estado, explica Timóteo Figueiró.

O segmento de serviços de segurança em Portugal é o que deverá crescer mais, atingindo os 15,5% de acordo com previsões da IDC, reveladas por Timóteo Figueiró. Os segmentos de hardware e software deverão ter crescimentos próximos dos 8%. Outra tendência que se tornará cada vez mais evidente é o envolvimento dos organismos do Estado na gestão das questões de cibersegurança do país. Outra coisa não fará sentido, dado que a segurança do país, faz parte das competências das estruturas do Estado.

Outras tendências (segundo a IDC):

– emergência, já este ano, do mercado de tecnologias de segurança de ambientes virtualizados;

– necessidade cada vez maior de se esclarecer uma série de questões de segurança na cloud;

–  a abordagem de seguranças privilegiará a segurança já incorporada ou desenvolvida  nas tecnologias, em vez da atitude actual, na qual se deixa para fases posteriores a correcção de determinadas falhas;

–  a colaboração entre tradicionais concorrentes deverá definir-se como a melkhor abordagem para criar maior confiança e segurança no modelo de cloud computihng, combatendo o cibercrime;

– no corrente ano ganhará importância as questões e tecnologias de gestão de identidades e de conteúdos cítricos: face à falibilidade dos métodos actuais, a IDC recomenda maior enfoque nos dados;

– as tecnologias gratuitas vão criar mais rupturas no mercado de consumo;

– as PME terão maior oferta de soluções de segurança;

– face à maior necessidade de eficiência a pressão para a redução do orçamento continuará.

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