A Red Hat acaba de lançar a versão 6.0 do Red Hat Enterprise Linux (RHEL), com uma série de novos recursos que pretendem ajudar os data centers a suportar melhor a virtualização e o cloud computing.
Será também a primeira versão do sistema operativo a não incluir o hipervisor Xen. Em vez disso, a companhia “decidiu concentrar todos os seus esforços em torno da virtualização do Kernel Virtual Machine (KVM)”, disse Tim Burke, vice-presidente de engenharia da Red Hat.
Para ajudar na implementção do cloud computing, o RHEL 6.0 tem a capacidade de alocar dinamicamente estruturas de dados do kernel. “Isto vai permitir que os prestadores de serviços cloud possam oferecer um melhor nível de serviço”, disse Burke. Como as máquinas virtuais são carregadas para o sistema operativo, o administrador pode especificar a quantidade de memória, quantos ciclos de processamento e a quantidade de banda de rede de devem ser atribuídos a cada máquina.
Outra novidade é o Completely Fair Scheduler (CFS), que “equilibra dinamicamente as cargas de trabalho”, distribuindo os recursos de CPU mais uniformemente em todas as aplicações.
Aplicando técnicas comuns ao software da Red Hat para a execução de serviços intolerantes a latências, a nova versão 6.0 do RHEL também realiza um trabalho mais sofisticado na calendarização de processos de elevada prioridade, colocando-os à frente de processos menos prioritários, refere Burke.
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