Em conversa com a imprensa, o director-geral da Oracle em Portugal sugeriu que o Governo tomasse iniciativas para promover ao modelo de computação em nuvem. Segundo o responsável várias entidades do estado já estão a adoptar o modelo.
Um dos projectos hipotéticos seria o desenvolvimento de uma cloud pública para a administração pública, além de várias clouds para diferentes ministérios e instituições públicas. “Será fundamental as organizações definirem o que poderão colocar na cloud pública, e os processos e dados que lhes interessa reter em clouds privadas”, avisa João Taron. De acordo com o mesmo, o tecido empresarial português estará minimamente preparado para evoluir para um modelo de cloud computing. Ao longo dos anos as empresas têm a adoptado componentes tecnológicas importantes para suportar essa transição. Exemplo disso mesmo, são as várias instituições públicas e ministérios citados pelo executivo: Instituto de Informática da Segurança Social, Ministério das Finanças, Ministérios da Educação, Ministério da Justiça. Outra recomendação de Taron tem a ver com a necessidade de se manter e promover políticas de adopção de padrões tecnológicos abertos, para garantir o potencial e flexibilidade prometidos pelo modelo de cloud computing.
João Taron procurou ainda afastar a ideia de que a Oracle estará interessada em providenciara ela mesmo serviços de IaaS ou PaaS (já oferece serviços de CRM, em regime de SasS). A Oracle está mais interessada em fornecer a tecnologia e serviços necessários para parceiros e clientes implementarem nuvens de computação privadas e públicas, de acordo com o executivo.
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Este é sem dúvida o caminho do futuro e algo que é incontornável seja pela sua modularidade e modelo on-demand, seja pela obrigatória racionalização de custos que todas as empresas enfrentam hoje, sejam elas publicas ou privadas.
Não restam dúvidas que neste conceito uma start-up conseguirá ter a sua infraestrutura funcional para estar operacional no mercado numa questão de horas e por uma fracção do preço de aquisição!
Ter tecnologias de informação vai ser tão fácil como ter electricidade ou telefone numa empresa e com custos proporcionais. Este é mais um passo lógico que o mercado vai consumir e que as empresas de IT vão ter de passar a disponibilizar no seu portfolio!