A 14ª edição do SAS Fórum foi desde o início dirigido ao novo mote da empresa – Business Analytics – que reposiciona a oferta da empresa na área do Business Intelligence analítico de maior valor acrescentado. Se o director-geral do SAS Institute, Álvaro Oliveira de Faria, procurou definir o conceito, o vice-presidente execurt da empresa, Mike Eikström, explicou a necessidade de o adoptar. “Com a crise mundial, o conhecimento sobre os clientes tornou-se mais importante e eles mudaram”, concretiza o responsável internacional. A afirmação do executivo acabou por ganhar força com a intervenção seguinte, a do economista sueco Kjell A Nordström, professor na Stockholm School of Economics, e autor do livro "Funky Business-Talent makes capital dance".
Na perspectiva de Eikström, o Business Analytics é uma nova forma de “pôr em evidência os dados ou a informação que mais interessam” para o negócio das organizações. Assenta em três pilares ou objectivos fundamentais: na redução de custos, por via da optimização da utilização dos recursos; na estratégia da empresa, evidenciando caminhos de inovação; e na informação recolhida sobre os clientes, auxiliando a organização a transformar-se em conformidade.
Eikström alerta para o perigo de as empresas não estarem preparadas para retoma. No sentido de se prepararem o executivo apontou três políticas essenciais. A primeira será tornar eficaz, o actual negócio, e ao mesmo tempo identificar e concretizar o potencial do mesmo (sendo esta última a segunda política). A terceira medida passa por tornar o actual negócio num diferenciador, aproveitando o conhecimento sobre a actividade. “O tempo disponível para chegar ao conhecimento é cada vez mais escasso”, sublinha o executivo.










