Nem todas as empresas devem adoptar serviços de CRM baseados num modelo de software como serviço, na visão de Marielle Verschoor, Director Product Management for CRM on Demand and Social CRM, Oracle EMEA.
Na sua intervenção durante um evento da IDC sobre CRM, a responsável reforçou o compromisso do fabricante com o referido modelo de negócio. Mas ressalvou que as empresas com “processos de CRM de grandes transacções” não devem adoptar o modelo SaaS para esses processos. A responsável deu o exemplo dos operadores que vendem um telemóvel e à saída da loja ou pouco depois, o serviço tem de estar disponível para o cliente. Contudo, a executiva não deixou de referir a adesão cada vez mais forte das empresas ao novo modelo: na Ásia, cerca de 50% das novas empresas adoptam logo serviços SaaS.
Verschoor acredita que a nova forma de disponibilizar funcionalidades de software é diferente do modelo ASP, porque permitirá aos fornecedores ter um modelo de negócio sustentável. Com o APS era necessário um ambiente configurado para cada cliente; enquanto com o SaaS pode haver maior partilha de recursos
Microsoft quer uma plataforma para todos
O xRM é o conceito da Microsoft para a plataforma CRM das empresas capaz de servir todos os departamentos de uma organização, da forma que eles acharem melhor. Segundo a concepção de Armando Pinto, Microsoft Dynamics CRM Manager, da Microsoft, a característica principal de uma plataforma de CRM será conseguir suportar os processos de inovação com todos os momentos de mudança, inerentes. Para isso, as ferramentas têm de ser flexíveis, de devem ter grande capacidade de adaptação. De acordo com o mesmo responsável, a plataforma proposta pela Microsoft coloca no centro das atenções, os processos de negócio dos departamentos, independentemente daquele que vai usar a plataforma.










