Mais de um quarto dos 329 funcionários londrinos inquiridos num estudo recente realizado pela Credant Technologies admite que costuma levar os seus portáteis ou outro dispositivo de computação móvel para a cama para trabalhar.O mesmo estudo indica que 57 por cento dos parceiros desses funcionários consideram o hábito como algo " muito irritante". Mais de metade dos que gostam de trabalhar na cama diz fazê-lo entre duas a seis horas por semana.
De acordo com o relatório, oito por cento dos inquiridos confessaram passar mais tempo com os seus dispositivos móveis à noite do que a falar com os seus parceiros.
Perante a questão "qual é a última coisa que faz antes de dormir?", 96 por cento disseram que é dar um beijo de boas noites ao seu parceiro. Os restantes quatro por cento (71 por cento dos quais do sexo masculino, de acordo com o estudo) confessaram que é concluir trabalhos em curso ou verificar o e-mail.
Segundo este estudo, mais de metade dos funcionários inquiridos costuma fazer o upload e download de informações corporativas sensíveis de e para os seus dispositivos móveis enquanto estão na cama, sendo que a maioria usa para o efeito uma rede wireless. Destes, um quinto admite que as suas redes não são seguras.
A Credant Technologies, uma empresa de segurança que fabrica produtos de protecção de dados endpoint, não escondeu a sua irritação com os resultados do inquérito que realizou. Na lista de cinco dicas que apresenta no seu relatório final, e que inclui avisos para o uso regular de encriptação, de palavras-chave fortes e medidas do género, a companhia não resiste a dar um puxão de orelhas aos visados e aconselha: "use a sua cama para os devidos efeitos. Mas, se não tiver sono, o seu portátil deveria ser a última coisa a acender!".










