O volume de negócios da OKI praticamente estagnou em 2008 depois de em 2007 ter atingido os 21 128 milhões de euros. As perspectivas da empresa para 2009 não são muito auspiciosas em termos de facturação. Pelos menos, a empresa assume que se mantiver o valor referente a 2008 conseguirá um resultado positivo.
O volume de negócios da OKI praticamente estagnou em 2008 depois de em 2007 ter atingido os 21 128 milhões de euros. As perspectivas da empresa para 2009 não são muito auspiciosas em termos de facturação. Pelos menos, a empresa assume que se mantiver o valor referente a 2008 conseguirá um resultado positivo. A OKI anunciou uma facturação de 21,5 milhões de euros referente a 2008, um resultado um pouco acima dos 21,1 milhões alcançados, em 2007. Para 2009, não prevê um crescimento do volume de negócios, e o seu director em Portugal, Carlos Sousa, considera positivo se conseguir manter os resultados do exercício fiscal que terminará no final de Março. Contudo numa estratégia para manter a dinâmica de negócio do canal renovou algumas propostas na área de gestão de serviços de impressão. O fabricante propõe pagar juros e assumir outros encargos financeiros para garantir maior margem de negócio 140 parceiros : inclui parceiros Oki Distribuitor, Oki Colour Partner e Oki Premium.
Nuno Igrejas, director comercial da OKI, anunciou que a empresa vai alargar a garantia “on site” para três anos, com o objectivo de ajudar tanto os clientes como o canal. Por outro lado, a OKIi vai promover com maior esforço o programa Buy & Print. No âmbito desta oferta, ao cliente compra o equipamento “mas não fica preso ao pagamento de uma taxa mensal”. Só paga as páginas que imprime, sem estar sujeito a pacotes mensais de cópias, promete o fabricante. Além disso, também não fica definido no contrato qualquer restrição à cobertura de mancha das folhas. Como vantagem para o revendedor, Igreja aponta a disponibilidade do fabricante para a assumir maior risco, nos projectos. “Isso permite ao canal reduzir os seus custos operacionais mantendo proveitos mensais fixos.
Outra iniciativa da Oki é a promoção do programa Okifin em que a empresa assume o pagamento dos juros do crédito concedidos a 12 e 24 meses.
O Plano Renove, de retoma de equipamento também foi reconfigurado numa versão para 2009. Segundo Igreja, está menos burocrático, tem uma oferta mais alargada e o pagamento é realizado ao cliente final.
Carlos Sousa desdenha o impacto financeiro causado pelo esforço. “Será mais importante manter a dinâmica do canal, proporcionando ferramentas para fazer negócio”, explica o executivo.
Em 2008, a maior parte da facturação da empresa resultou do mercado da impressão laser a cor. A impressão matricial representou perto de 10% da facturação, enquanto o segmento da impressão monocromática teve um peso de 30%.
De outra perspectiva, a venda de consumíveis valeu 60% do volume de negócios, tendo crescido perto de 15%. Reflexo do crescimento da base instalada nos últimos anos, segundo os responsáveis.
O negócio dos serviços de impressão devem onde se insere o Buy & Print deverá valer perto de 5 a 10% da facturação da empresa no exercício fiscal de 2009. Segundo Carlos Sousa, será um negócio a desenvolver no segmento das grandes empresas e de administração pública. Este último sector representa perto de 15% no negócio da empresa, sensivelmente o mesmo que o primeiro. O restante é realizado pelo canal de revenda.
Mercado de impressoras em Portugal (2008 – em unidades)
Segmento Inkjet caiu 47%
2007 – 71064
2008 – 37407
Segmento Matriciais caiu 23%
2007 – 4573
2008 – 3531
Segmento Laser Mono A4 caiu 18%
2007 – 67.934
2008- 55.602
Impressoras Laser Mono A3 cresceu 4%
2007 – 306
2008 – 374
Segmento Laser Cor A4
– Com velocidade de impressão 1-20ppm decresceu 37%
– com velocidade de impressão 21-44ppm: cresceu 43%
Segmento MFP Laser Cor A4 decresceu 27%
2007 – 10531
2008 – 7705
Segmento MFP Laser Cor A3 cresceu 22%
2007 – 4.933 (Quota OKI: 7,4% – 5º lugar)
2008 – 6.038
Segmento Impressoras Laser Cor A3 cresceu 8%
2007 – 933
2008 – 1.005










