Para o primeiro fabricante a fusão serve uma estratégia para oferecer produtos integrados de computação móvel, e para o o seu posicionamento no mercado de electrónica de consumo.
A Advanced Micro Devices vai adquirir o fabricante canadiano de chips gráficos por 4,4 mil milhões de euros em dinheiro e acções. Para o primeiro fabricante, a fusão serve uma estratégia para oferecer produtos integrados de computação móvel, e para o mercado de electrónica de consumo. A partir de 2008, o seu objectivo será oferecer uma nova variedade de chips integrados de processamento e gráficos para aplicações customizadas.
A aquisição, sujeita a aprovação de acionistas e entidades reguladoras, faria da AMD um dos maiores fornecedores globais de chips gráficos. A ATI registou um lucro de 25,1 milhões de euros e uma receita de 513 milhões de euros, no seu primeiro trimestre fiscal, encerrado a 31 de Maio. Na altura, a empresa previu para o corrente trimestre uma facturação de 488 a 543 milhões de euros.
No último ano fiscal, as duas empresas juntas somariam vendas de 4,4 mil milhões de euros. A ATI e a AMD esperam concluir o negócio no quarto trimestre do corrente ano. Se aprovado, o negócio deverá alargar significativamente o portfólio da AMD, acrescentando processadores gráficos e chipsets com capacidades gráficas integradas.
Com este reforço, a AMD poderá competir melhor com a rival Intel, que já oferece sua própria linha de chipsets com recursos gráficos integrados. Por outro lado, o acordo deve afectar as relações da AMD com a Nvidia, principal rival da ATI no mercado gráfico e importante parceira da AMD.
Esta vai ter de contrair uma dívida de 1,9 milhões de dólares para financiar o negócio. A ATI concordou em pagar à AMD uma multa de 127 milhões de euros caso o negócio não avance.










