O estudo realizado pela EIU também procurou outras respostas sobre a evolução global do mercado.
Assim, de acordo com a maioria das respostas, a sobrevivência numa economia global muito competitiva dependerá, primordialmente, da adaptação dos modelos de negócio, ou seja, do modo como as organizações operam e não tanto do que fazem.
Em todo o mundo, mais de 60% dos inquiridos concorda que a dimensão vai importar nos próximos cinco anos, citando a consolidação como a maior ameaça competitiva, em lugar dos novos agentes vindos de mercados emergentes em 2010.
Além disso, a capacidade de adaptação rápida à mudança foi destacada como o grande desafio de gestão para 33% dos inquiridos e ficou no topo dos três principais desafios para 68% dos respondentes.
Para enfrentar este desafio, 54% pensa que a flexibilidade de rapidamente implementar novas formas de fazer negócio é mais importante que o lançamento de novos produtos ou serviços. Paralelamente, os gestores esperam que os clientes, accionistas e colaboradores exerçam uma ainda maior e mais forte exigência à sua organização.
As conclusões chave do estudo são as seguintes: as empresas querem, e necessitam de, conhecer melhor os seus clientes, as principais prioridades estratégicas são a adaptabilidade e a inovação; a diversificação está out, a especialização está in, as TI serão uma arma competitiva (mais de 80% dos inquiridos consideraram as TI como fundamentais para as suas empresas darem resposta aos desafios que têm pela frente.
Quase 60% encaram-nas como uma arma competitiva); a retenção de “cérebros” é uma preocupação e os salários devem estar mais estreitamente ligados ao desempenho.










